quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Mostra Colectiva de Artes Plásticas
MOSTRA COLECTIVA DE ARTES PLÁSTICAS - ASMAV - (PROJECTO RIZOMA) - ADIAS MACHADO - ALEXANDRE REIS - ANA LAGIDZE - ANA NEGRÃO - ANTÓNIO PORTO - ARNALDO MACEDO - CARLOS GODINHO - CARLOS SARAMAGO - FERNADA DAS NEVES - GONZALO QUICLER - COLIN BA...LDWIN - GRAÇA DAMAS - ISAURA XAVIER - JOÃO MARROCOS - JOSETE FERNANDES - LUÍS LIBERATO - MADALENA MACEDO - MARCO SANTOS - MARIA JOSÉ SILVA - MÁRIO REBELO SOUSA - MUTES - OCTÁVIO SOUSA E SILVA - PIEDADE PINA - ROSA ADRIACO - ROSA GARCIA - ROSA VAZ - SILVANA VIOLANTE - SILVIA MARIETA - SARA PEREZ BELLO - JOSÉ MANUEL UCHA GROBA - NY MACHADO - C. NÚNCIO - MARGARIDA LIMA - ANGELA SILVA, JOANA D'ASSUMPÇÃO E DAVID FERREIRA apresentam as obras em espaço próprio: fotografia e instalação. Horário: Quarta a Domingo, das 16:00-19:30 Sexta e Sábado, das 16:00-19:30 e das 21:30-23:00
quinta-feira, 14 de novembro de 2013
domingo, 3 de novembro de 2013
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
"Blowing in the wind" 40X50
"A música pode ser o exemplo único do que poderia ter sido - se não tivesse havido a invenção da linguagem, a formação das palavras, a análise das ideias - a comunicação das almas."
Marcel Proust
Marcel Proust
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Técnica mista sobre cartão 40X50
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
"Não, Tempo,...."
"Não, Tempo, não zombarás de minhas mudanças!
As pirâmides que novamente construíste
Não me parecem novas, nem estranhas;
Apenas as mesmas com novas vestimentas."
William Shakespeare
As pirâmides que novamente construíste
Não me parecem novas, nem estranhas;
Apenas as mesmas com novas vestimentas."
William Shakespeare
domingo, 20 de outubro de 2013
Estilhaços 25X17
Não sei onde estás dita vida
mas sei que te tenho presa em mim
porque tenho passado o tempo
a sonhar-te
a reinventar-te,
estás algures acorrentada
a corrente que nos prende
não tem princípio nem fim
e vacilante recomeço
na madrugada de quem trabalha para este mundo
arriscando-me a morrer de fome
por não existirem dicionários
nas vagas luas que navego
como um velho lobo do mar
que desce sempre á melancolia quotidiana
Ana Negrão Ferreira
Divagações Nocturnas
mas sei que te tenho presa em mim
porque tenho passado o tempo
a sonhar-te
a reinventar-te,
estás algures acorrentada
a corrente que nos prende
não tem princípio nem fim
e vacilante recomeço
na madrugada de quem trabalha para este mundo
arriscando-me a morrer de fome
por não existirem dicionários
nas vagas luas que navego
como um velho lobo do mar
que desce sempre á melancolia quotidiana
Ana Negrão Ferreira
Divagações Nocturnas
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