"Guie uma criança pelo caminho que ela deve seguir e guie-se por ela de vez em quando."
(Josh Billings) - Com Salomé Negrão
quarta-feira, 22 de maio de 2013
Fogo das florestas
Incendeio no fogo das florestas velhas
essas bocas apodrecidas
paridas pela morte
onde os desafectos incorporados
renascem súbito
e lhes cerram os olhos
nas lâminas queimadas das palavras...
Ana Negrão Ferreira
Divagações Nocturnas
essas bocas apodrecidas
paridas pela morte
onde os desafectos incorporados
renascem súbito
e lhes cerram os olhos
nas lâminas queimadas das palavras...
Ana Negrão Ferreira
Divagações Nocturnas
segunda-feira, 20 de maio de 2013
segunda-feira, 13 de maio de 2013
Arremessos da Alma
Esboço
as lágrimas
de sangue em traços rudimentares
percorro as linhas imaginárias
desconstruindo-as
em pedaços bastante largos
de rosa me mascaro
nos arremessos da alma
evocando a primavera
em cada laço
em cada sombra...
...ergo as taças desalinhadas
onde brindo aos
desconexos sabores...
Ana Negrão Ferreira
Divagações Nocturnas
as lágrimas
de sangue em traços rudimentares
percorro as linhas imaginárias
desconstruindo-as
em pedaços bastante largos
de rosa me mascaro
nos arremessos da alma
evocando a primavera
em cada laço
em cada sombra...
...ergo as taças desalinhadas
onde brindo aos
desconexos sabores...
Ana Negrão Ferreira
Divagações Nocturnas
domingo, 12 de maio de 2013
Alma vagabunda
Não me preocupa a preocupação
de me terem o fisíco aprisionado
o meu coração é inconstante
a minha alma vagabunda
e se o meu espírito
que orienta a minha vida
é de caminhos vagos incertos deambulantes
não será aparente a minha prisão
mas todos os dias amanhecem
até que o mundo desesperado
de novo adormeça
e
desate a fazer amor com a lua!
Ana Negrão Ferreira
Divagações Nocturnas
de me terem o fisíco aprisionado
o meu coração é inconstante
a minha alma vagabunda
e se o meu espírito
que orienta a minha vida
é de caminhos vagos incertos deambulantes
não será aparente a minha prisão
mas todos os dias amanhecem
até que o mundo desesperado
de novo adormeça
e
desate a fazer amor com a lua!
Ana Negrão Ferreira
Divagações Nocturnas
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Em sal e Rochas
Conta tu mesmo sem medo nem vergonha
quantos fantasmas te assustam
as luas mortas sobre os mortos esquecidosem sal e rochas
Conta tu mesmo quantas marés tem o desespero
nas sombras negras do teu cais
quantas preces quantos ais
deitados e afogados em vão
ao mar e à morte em solidão
Conta tu mesmo quantas madrugadas sem sol
a saberem a sal
quantas ausências o teu barco conserva ainda
presas para morrerem amanhã
mesmo assim
conta tu mesmo como um verdadeiro lobo do mar
o que houver para contar
antes que morras de fome
e esquecido neste universo de cor e palavras
que escolheste como fim...
Ana Negrão Ferreira
quantos fantasmas te assustam
as luas mortas sobre os mortos esquecidosem sal e rochas
Conta tu mesmo quantas marés tem o desespero
nas sombras negras do teu cais
quantas preces quantos ais
deitados e afogados em vão
ao mar e à morte em solidão
Conta tu mesmo quantas madrugadas sem sol
a saberem a sal
quantas ausências o teu barco conserva ainda
presas para morrerem amanhã
mesmo assim
conta tu mesmo como um verdadeiro lobo do mar
o que houver para contar
antes que morras de fome
e esquecido neste universo de cor e palavras
que escolheste como fim...
Ana Negrão Ferreira
Subscrever:
Mensagens (Atom)
