Não me preocupa a preocupação
de me terem o fisíco aprisionado
o meu coração é inconstante
a minha alma vagabunda
e se o meu espírito
que orienta a minha vida
é de caminhos vagos incertos deambulantes
não será aparente a minha prisão
mas todos os dias amanhecem
até que o mundo desesperado
de novo adormeça
e
desate a fazer amor com a lua!
Ana Negrão Ferreira
Divagações Nocturnas
domingo, 12 de maio de 2013
sexta-feira, 10 de maio de 2013
Em sal e Rochas
Conta tu mesmo sem medo nem vergonha
quantos fantasmas te assustam
as luas mortas sobre os mortos esquecidosem sal e rochas
Conta tu mesmo quantas marés tem o desespero
nas sombras negras do teu cais
quantas preces quantos ais
deitados e afogados em vão
ao mar e à morte em solidão
Conta tu mesmo quantas madrugadas sem sol
a saberem a sal
quantas ausências o teu barco conserva ainda
presas para morrerem amanhã
mesmo assim
conta tu mesmo como um verdadeiro lobo do mar
o que houver para contar
antes que morras de fome
e esquecido neste universo de cor e palavras
que escolheste como fim...
Ana Negrão Ferreira
quantos fantasmas te assustam
as luas mortas sobre os mortos esquecidosem sal e rochas
Conta tu mesmo quantas marés tem o desespero
nas sombras negras do teu cais
quantas preces quantos ais
deitados e afogados em vão
ao mar e à morte em solidão
Conta tu mesmo quantas madrugadas sem sol
a saberem a sal
quantas ausências o teu barco conserva ainda
presas para morrerem amanhã
mesmo assim
conta tu mesmo como um verdadeiro lobo do mar
o que houver para contar
antes que morras de fome
e esquecido neste universo de cor e palavras
que escolheste como fim...
Ana Negrão Ferreira
terça-feira, 7 de maio de 2013
Cruzei-me ontem
Cruzei-me ontem
sorri para o destino num cosmos alheio
vi queda suor lágrimas
um rio permanente iluminado
sem espaço
nem tempo para inaugurações
as noites despertam manhãs do dia
e dançam beijando
uma rota incerta
esse ávido desfolhar
quente
e descaradamente nu...
Ana Negrão Ferreira
Divagações Nocturnas
sorri para o destino num cosmos alheio
vi queda suor lágrimas
um rio permanente iluminado
sem espaço
nem tempo para inaugurações
as noites despertam manhãs do dia
e dançam beijando
uma rota incerta
esse ávido desfolhar
quente
e descaradamente nu...
Ana Negrão Ferreira
Divagações Nocturnas
domingo, 5 de maio de 2013
quinta-feira, 25 de abril de 2013
quarta-feira, 24 de abril de 2013
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