quinta-feira, 11 de abril de 2013
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Nas mãos em concha...
Ter sempre uma gota de água
guardada nas mãos em concha
puras e nunca ter mágoa
de apagar o sol com ela
nunca ter mágoa de ser caravela
que a água é sempre mais bela
do que o sol que por nós vela
neste vale de lágrimas onde choramos de sede
sabendo que não há água
nas mãos em concha
puras de apagar o sol
uma gota apenas
nas mãos em concha...
Ana Negrão Ferreira
Divagações Nocturnas
guardada nas mãos em concha
puras e nunca ter mágoa
de apagar o sol com ela
nunca ter mágoa de ser caravela
que a água é sempre mais bela
do que o sol que por nós vela
neste vale de lágrimas onde choramos de sede
sabendo que não há água
nas mãos em concha
puras de apagar o sol
uma gota apenas
nas mãos em concha...
Ana Negrão Ferreira
Divagações Nocturnas
domingo, 7 de abril de 2013
Dos Átomos Invisíveis...
Bem hajam as flores
queimadas por agosto
bem hajam os frutos
renascidos das coisas
bem haja buda adormecido
em êxtase e sonho incompreensível
e bem haja o acordar das coisas
transparecidos dos átomos invisíveis
bem haja meu corpo e espírito em silênco
mutantes da alma que os desfez em palavras...
Ana Negrão Ferreira
Divagações Nocturnas
queimadas por agosto
bem hajam os frutos
renascidos das coisas
bem haja buda adormecido
em êxtase e sonho incompreensível
e bem haja o acordar das coisas
transparecidos dos átomos invisíveis
bem haja meu corpo e espírito em silênco
mutantes da alma que os desfez em palavras...
Divagações Nocturnas
quarta-feira, 3 de abril de 2013
Combater estes tempos...
O mundo está todo roto
mas como só alguns o sabem
muitos caem pelos seus buracos
a que chamam também de ratoeiras
é demasiado provável a tempestade do caminho
mesmo assim
pressinto as cores
desespero as flores
com a primavera que inventei
sinto a loucura
e não consigo esquecer
os dias e as noites que fui
os dias e as noites que serei
visto-me nas pontes
para combater estes tempos
que confundem os homens
ao esquecimento de suas glórias...
Ana Negrão Ferreira
Divagações Nocturnas
mas como só alguns o sabem
muitos caem pelos seus buracos
a que chamam também de ratoeiras
é demasiado provável a tempestade do caminho
mesmo assim
pressinto as cores
desespero as flores
com a primavera que inventei
sinto a loucura
e não consigo esquecer
os dias e as noites que fui
os dias e as noites que serei
visto-me nas pontes
para combater estes tempos
que confundem os homens
ao esquecimento de suas glórias...
Ana Negrão Ferreira
Divagações Nocturnas
domingo, 31 de março de 2013
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