domingo, 31 de março de 2013
sábado, 30 de março de 2013
Tentar voar...
Subir essa torre
descobrir a sensação das alturas
tentar voar sem asas
pensar em suicídio
(que se suicide o desespero)
abrir os olhos
ver em volta
descer incerta
numa incerteza qualquer
destino
não será ele
mais fatal
que a maternidade
da luz do sol?
Ana Negrão Ferreira
Divagações Nocturnas
descobrir a sensação das alturas
tentar voar sem asas
pensar em suicídio
(que se suicide o desespero)
abrir os olhos
ver em volta
descer incerta
numa incerteza qualquer
destino
não será ele
mais fatal
que a maternidade
da luz do sol?
Ana Negrão Ferreira
Divagações Nocturnas
quinta-feira, 28 de março de 2013
terça-feira, 26 de março de 2013
Música da memória...
Da espuma
as bolhas guardadas
sequelas inocentes
a sede da palavra certa
incendeia o amor incrédulo
esse eterno olhar
que se queima disperso
num manifesto vertiginoso
em que o tempo marcado
chora a música da memória
e
desce aos infernos
embalada de esquecimento...
Ana Negrão Ferreira
Divagações Nocturnas
as bolhas guardadas
sequelas inocentes
a sede da palavra certa
incendeia o amor incrédulo
esse eterno olhar
que se queima disperso
num manifesto vertiginoso
em que o tempo marcado
chora a música da memória
e
desce aos infernos
embalada de esquecimento...
Ana Negrão Ferreira
Divagações Nocturnas
sábado, 23 de março de 2013
Só me lembra palavras...
São raros os momentos que matam a sede
e sabem evitar ainda diálogos irados de vento
e assim uma ponte apenas ponte
só me lembra despedida e fico sempre comovida
por ficar deste lado indiferente ao tempo
e assim uma fonte apenas fonte
só me lembra palavras
e vêm os acessos de saudade
indiferente e fabulosa
e às vezes confundo tudo e choro
como se os olhos fossem duas granadas
que não se cansam de explodir sem direcção
sem intenção
mas com uma certeza
beijar o chão depois de o despir
Ana Negrão Ferreira
Divagações Nocturnas
e sabem evitar ainda diálogos irados de vento
e assim uma ponte apenas ponte
só me lembra despedida e fico sempre comovida
por ficar deste lado indiferente ao tempo
e assim uma fonte apenas fonte
só me lembra palavras
e vêm os acessos de saudade
indiferente e fabulosa
e às vezes confundo tudo e choro
como se os olhos fossem duas granadas
que não se cansam de explodir sem direcção
sem intenção
mas com uma certeza
beijar o chão depois de o despir
Ana Negrão Ferreira
Divagações Nocturnas
Subscrever:
Mensagens (Atom)

